
Quando o corpo quer ir além, quer superar o eterno retorno, quer transcender e evoluir a atual condição que se apresenta em vida.
A paz se apresenta em poucos segundos, como uma sedutora mulher perseguida por todos. É condição essencial de sua existência para que eles voltem a querê-la. Modernidade, you're heartless bitch.
Preguiça, tédio, excesso de sobriedade, desejos contidos, falta de vida.
O silêncio pede pra existir, como uma criança insistente puxando a manga da blusa da professora, que anseia pela liberdade social de falar. Há algo mais irritante que isso? (Começo a achar que minhas palavras insistem em encontrar-se quanto mais opostos forem. Será que isso diz alguma coisa? Sobre mim, certamente.)
Só a repetição é mais irritante do que essa metáfora. Repetição, aliás, que faz parte dela. Estamos presos. Há que se buscar um refúgio. Será? Talvez todo o erro tático seja buscar refúgios! Não. Não há que se buscar refúgos, mas subverter a ordem. (Invertendo-a?). Je ne se pas. Continuo não sabendo sobre subverter a ordem, não pode esquecer-se que é doloroso, já que tem influência outros.
Talvez eu durma agora. E dormindo, quem sabe não encontro alguma resposta nos sonhos. Quem sabe.